Quinta-feira, 24 de Janeiro de 2008

Não sei se ria ou se chore...

É impossível assistir aos últimos acontecimentos que assolam o nosso território, e não ficar incomodado, revoltado e mesmo triste por ser português. Ser português e viver num país que, é governado por uma cambada de incompetentes, ignorantes e verdadeiros proxenetas de toda uma nação. Falo daquelas pessoas que em vez de exercerem as funções para as quais foram eleitos, aproveitam-se e governam a sua própria vida a seu belo prazer.

Torna-se muito clara a "divisão das águas", num plano geral e mais abrangente temos o governo socialista, que com as suas medidas economicistas e orientadas para estatísticas, têm vindo a tirar o pouco que Portugal construiu ao longo dos anos. Nada é sagrado para tais figuras, desde a educação até à saúde, passando pela liberdade de expressão e pela justiça, eles destroem tudo, em prol de números que teimam em não aparecer.

Fecham escolas, hospitais, aumentam desemprego, diminuem o poder de compra, demonstram um total desrespeito pelos jovens e pelos idosos, não possuem qualquer sensibilidade para os reais problemas das regiões do interior do país. Como se isso não chegasse, retiram um dos direitos mais fundamentais do ser humano, o direito a cuidados médicos. "Premeiam" os criminosos e perseguem a função pública, enquanto que eles próprios continuam com os seus ordenados milionários e demais mordomias.

Num plano mais local e naquele em que nos encontramos inseridos, assistimos ao nome da nossa terra, espalhado pelos meios de comunicação e para não destoar, por motivos infelizes.
O fecho das urgências em Alijó deve-se primeiramente a este (des)governo socialista, que através de um comité de uns chamados técnicos (que de certeza não conhece o interior transmontano) decidiu acabar com as Urgências por todo o país, mas este fecho revela também por outro lado, a ineficácia, incapacidade ou a falta de "habilidade" política por parte do executivo camarário para prevenir, remediar ou mesmo arranjar uma solução alternativa a esta machadada no povo de Alijó.

Com o fecho anunciado há já algum tempo (Março de 2006), houve bastante tempo para que os responsáveis pelo concelho, tomassem as medidas necessárias, ou para impedir o encerramento, ou para juntamente com as outras entidades presentes no concelho (Bombeiros Voluntários, Casa da Misericórdia), desenvolverem um plano alternativo ao encerramento das Urgências.
Se pensarmos que o encerramento das Urgências é um grande golpe para a saúde dos Alijoenses, não deixa de ser também uma oportunidade única para o presidente da Câmara e o seu executivo, mostrar e mais importante ainda, justificar  o porquê da sua eleição.

O executivo camarário, tem assim à sua frente, uma oportunidade de mostrar do que são feitos: vontade e capacidade, de ultrapassar as adversidades, ou se são feitos apenas de ar e vento...

publicado por brunomiguelqueiros às 21:58
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