Quarta-feira, 18 de Março de 2009

Contratação de professores não profissionalizados

"Ou seja, professores que tem habilitações próprias para leccionar um determinado grupo, mas não um curso via ensino.

 

O que me leva a escrever sobre isto, fácil, no concurso de 2009/2010, estes professores vão estar impedidos de concorrer como vinha sendo natural, em que eram colocados de uma forma justa e sem cunhas. A partir deste ano, este tipo de profissionais só vão poder concorrer para as ofertas de escola, nestes casos o mais certo é que o reinado do senhor C vai voltar, e não meus amigos não tem nada a ver com a competência. Nada disto é novo, uma vez que há 3 anos, o governo já tinha avisado quais as alterações que seriam introduzidas neste novo ciclo.

 

Isto só acontece porque os sindicatos, defendem e muito bem os professores contratados e os professores não profissionalizados. Mas o que interessa é lutar contra a avaliação o resto dos problemas não interessam, não é assim senhor MÁRIO NOGUEIRA?

 

Estes profissionais, que trabalham tanto como os outros ou ainda mais, são os que recebem menos. Este tipo de profissionais são aqueles que vão aguentando os cursos profissionais e os cursos CEF que o governo tanto gosta de promover. Este tipo de profissionais são quase sempre aqueles que realmente sabem, ao contrário de uma grande maioria que se encosta ao que aprendeu e que depois estacionou ali e não se foi actualizando.

Por tudo isto meus senhores, toca a procurar trabalho nas empresas, já que não nos querem dar valor, já que somos bons de mais para eles.

 

EDIT:
Para ver se percebem uma coisa.

Os candidatos com habilitações próprias não tiram o lugar a ninguém porque são os últimos a serem colocados, se os senhores com a profissionalização não querem ir dar aulas para zonas como Lisboa, Setúbal, Açores, Alentejo, Algarve, eles não têm culpa, ficam com as sobras (estou a falar no caso da informática). Ah, pois é chato ir para longe da família, da namorada, depois queixam-se, que não tem lugar.

 

Faço um desafio vão ver o número de vagas para quadro que existe nos Açores, em informática."

 

Retirado daqui


publicado por brunomiguelqueiros às 11:32
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Terça-feira, 7 de Outubro de 2008

O Plano Tecnológico Da Educação Em Movimento

 

"Sou colega na Escola Secundária André de Gouveia, em Évora. Aquela que, no final do passado ano lectivo, teve a visita do Engenheiro (?) e da  sua amada ministra para implementação do Plano Tecnológico, com não sei quantos quadros interactivos e net em toda a escola, com a DRAlentejo toda lá em peso para compensar a ausência quase total do corpo docente e, assim, dar a entender perante as câmras que estava muita gente…

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Ora bem, passadas que estão mais de duas semanas de aulas deste novo ano lectivo, os quadros interactivos não funcionam e a escola não tem net em lado nenhum…
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Segundo ouvi dizer, o PCE chegou a pedir para não iniciar a 15 de Setembro porque a escola não estava em condições de abrir, mas a DRAlentejo não autorizou o adiamento. Vai daí, andamos todos sem internet e, na primeira semana, houve mesmo professores que tiveram que dar aulas em salas sem quadros! Isto porque, por imposição do Engenheiro (?) e da sua amada ministra, os quadros de giz saíram e colocou-se, em sua substituição, o famoso avanço tecnológico, que tinha que ficar mesmo ao centro da sala para aparecer bem na peça que as tv’s iriam mostrar naquele dia…
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As reclamações choveram e, claro, lá voltaram os quadros de giz (ou de caneta), mas colocados a um canto da sala, o que obriga a que todos os alunos tenham que ocupar as filas laterais da sala para poderem ver alguma coisa.
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Enfim, aqui ficou o exemplo de uma escola que até funcionava muito bem em termos de acesso à internet e que até tinha já dois quadros interactivos que algumas pessoas já utilizavam de vez em quando. Passámos, com o Plano Tecnológico, à Idade da Pedra. O que funcionava deixou de funcionar, a partir do momento em que o Engenheiro (?) e a sua amada ministra lá puseram os pés. Mais: parece também que, como do pacote do PTec fazem parte não sei quantos metros de fibra óptica, houve que desinstalar a que a escola já tinha (e que funcionava) e instalar a do pacote (que não funciona). Outra: como os novos cartões para alunos e professores que vieram substituir os que tínhamos (e que funcionavam) não funcionam, voltou toda a gente a ter que andar com dinheiro na escola. Ainda outra: parece que os colegas (poucos) que tinham formação para usar os quadros interactivos e que, esporadicamente, quando necessário, utilizavam, vão deixar de poder utilizar porque, afinal, os do Engenheiro (?) e da sua amada ministra funcionam (ou melhor: não funcionam) com outro sistema.
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Confuso? Bem-vindo ao maravilhoso mundo do governo do Engenheiro (?) e da sua amada ministra.
Pergunto-me: nas outras escolas, também vítimas da intervenção do governo, as coisas estão a funcionar?
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Professor devidamente identificado, mas que prefere o anonimato."
 
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publicado por brunomiguelqueiros às 17:32
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Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2008

Mas há dúvidas?

 

Nos dias de hoje, e mesmo ao longo dos tempos, os professores não são apenas um instrumento de educação, mas também são: formadores, educadores, amigos, pais, psicologos, etc. A comprovar isto está a seguinte notícia:

 

Professores são profissão em que portugueses mais confiam

 

 

Os professores são a profissão em que os portugueses mais confiam e também aquela a quem confiariam mais poder no país, segundo uma sondagem mundial efectuada pela Gallup para o Fórum Económico Mundial (WEF).

Os professores merecem a confiança de 42 por cento dos portugueses, muito acima dos 24 por cento que confiam nos líderes militares e da polícia, dos 20 por cento que dão a sua confiança aos jornalistas e dos 18 por cento que acreditam nos líderes religiosos.

Os políticos são os que menos têm a confiança dos portugueses, com apenas 7 por cento.

Relativamente à questão de quais as profissões a que dariam mais poder no seu país, os portugueses privilegiaram os professores (32 por cento), os intelectuais (28 por cento) e os dirigentes militares e policiais (21 por cento), surgindo em último lugar, com 6 por cento, as estrelas desportivas ou de cinema.

A confiança dos portugueses por profissões não se afasta dos resultados médios para a Europa Ocidental, onde 44 por cento dos inquiridos confiam nos professores, seguindo-se tal como em Portugal os líderes militares e policiais, com 26 por cento.

Os advogados, que em Portugal apenas têm a confiança de 14 por cento dos inquiridos, vêm em terceiro lugar na Europa Ocidental, com um quarto dos europeus a darem-lhes a sua confiança, seguindo-se os jornalistas, que são confiáveis para 20 por cento.

Em ultimo lugar na confiança voltam a estar os políticos, com 10 por cento.

A nível mundial, os professores são igualmente os que merecem maior confiança, de 34 por cento dos inquiridos, seguindo-se os líderes religiosos (27 por cento) e os dirigentes militares e da polícia (18 por cento).

Uma vez mais, os políticos surgem na cauda, com apenas 8 por cento dos 61.600 inquiridos pela Gallup, em 60 países, a darem-lhes a sua confiança.

Os professores surgem na maioria das regiões como a profissão em que as pessoas mais confiam.

Os docentes apenas perdem o primeiro lugar para os líderes religiosos em África, que têm a confiança de 70 por cento dos inquiridos, bastante acima dos 48 por cento dos professores, e para os responsáveis militares e policiais no Médio Oriente, que reúnem a preferência de 40 por cento, à frente dos líderes religiosos (19 por cento) e professores (18 por cento).

A Europa Ocidental daria mais poder preferencialmente aos intelectuais (30 por cento) e professores (29 por cento), enquanto a nível mundial voltam a predominar os professores (28 por cento) e os intelectuais (25 por cento), seguidos dos líderes religiosos (21 por cento).

A Gallup perguntou «em qual deste tipo de pessoas confia?», indicando como respostas possíveis políticos, líderes religiosos, líderes militares e policiais, dirigentes empresariais, jornalistas, advogados, professores e sindicalistas ou «nenhum destes», tendo esta última resposta sido escolhida por 28 por cento dos portugueses, 26 por cento dos europeus ocidentais e 30 por cento no mundo.

A Gallup questionou «a qual dos seguintes tipos de pessoas daria mais poder no seu país?», dando como opções políticos, líderes religiosos, líderes militares e policiais, dirigentes empresariais, estrelas desportivas, músicos, estrelas de cinema, intelectuais, advogados, professores, sindicalistas ou nenhum destes.

A opção «nenhum destes» foi escolhida por 15 por cento em Portugal, 19 por cento na Europa Ocidental e 23 por cento a nível internacional.

Diário Digital / Lusa

25-01-2008 12:11:00

 

 

Fonte da notícia

sinto-me:
música: Enter Sandman - Metallica

publicado por brunomiguelqueiros às 14:42
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