Quinta-feira, 31 de Julho de 2008

Aí está o Magalhães

A montanha pariu um rato, neste caso o rato seria o Magalhães e a montanha o Sócrates. Em mais uma acção do seu plano tecnológico, eis que o PM apresenta um computador "totalmente" português para as crianças da escola. Este computador de baixo custo, surge de uma parceria da portuguesa JP Sá Couto, Prológica e da Intel.

Foi apresentado com pompa e circunstância, onde o PM não se fartou de referir o facto do computador ser totalmente português, e com um chip de última geração.

 

Mas desde quando é que se acredita em alguma coisa que este senhor diz? O tal chip revolucionário, nada mais é que um Celeron, o tal totalmente português, só se for o nome e a versão do Caixa Mágica 12 que dizem que também irá ser disponibilizada, porque o resto? O resto já há muito que foi inventado. Mais uma vez, Sócrates vem apresentar a banha da cobra, numa tentativa de ir enganado o povinho com estas estórias.

 

Portátil Magalhães supostamente totalmente português

 

 

 

 

 

 

O Magalhães assenta na nova plataforma Classmate PC e integra um Intel Celeron M com ligação de rede sem fios 802.11b/g Wi-Fi. O modelo tem um ecrã LCD de 9 polegadas e uma memória de 512 MB. O disco rígido é de 30 GBytes e a bateria é de 6 células.

 

Este novo computador será gratuito para os alunos inscritos no primeiro escalão da acção social escolar, e terá um custo de 20 euros para as crianças do segundo escalão. Para os não abrangidos pela acção social escolar, o computador Magalhães terá um custo máximo de 50 euros.

 

 

Agora veja-se um portátil da Intel de 2006 o Classmate:

 

     

 

 

 

Cpu: ntel® Celeron M 900MHz Processor

Memória: 512 MB

Disco rígido: 2 GB

Sistema operativo: Windows XP ou Linux

Monitor: 7" (800x480)

Placa de rede e wireless

Teclado resistente à água

Bateria de 6 células (4 horas)

Peso: 1.5 kg

 

Parecidos não são? Talvez porque sejam o mesmo produto, então este tal produto inovador, revolucionário, totalmente português, nada mais é, que um computador da Intel, lançado em 2006, e que apenas será montado pela Intel em Portugal, sendo depois redistribuído pela JP Sá Couto, possui um nome português e pouco mais. É este o gato que o PM tenta vender por cabrito, pensando que os portugueses são cegos ou burros.

 

Numa operação de tal envergadura, nem sequer concurso público houve para escolher os parceiros, a Intel foi de imediato escolhida, e que oportunidade que foi, vender a Portugal, um computador que até para eles já está ultrapassado, já que o Classmate já tem uma nova versão com o novo processador Atom, mas para nós só vieram os "restos", outro dos parceiros estrategicamente escolhidos foi a Microsoft, que já considera o estado português como uma filial.

 

Continuam estes esquemas, e pergunta-se quem é que realmente ganha com eles? Quem ganha com estas parcerias?  Serão os míudos que mal sabem ler ou escrever, será que é impossível estudar sem um computador ou internet? Como é que as outras pessoas conseguiram estudar e tirar cursos, sem computador no ensino básico e secundário? Não seria melhor equipar as salas com um computador, video-projector, ligação á internet e demais materiais necessários para uma aula interactiva? Que tal apostar em livros gratuitos, ou disponibilizar os livros em formato digital, para os pais poderem imprimi-los posteriormente, poupando assim muitos euros em material escolar...

 

O verdadeiro conhecimento, está nos professores e nos livros, não nalgum canto da Internet, nalguma conversa do Messenger ou foto do Hi5. Se querem melhor o ensino comecem por melhorar e apoiar os professores as condições de ensino, e apostem na qualidade do sucesso e não na quantidade.

 

Site do Classmate PC

 

Vídeo da apresentação do Magalhães


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Terça-feira, 29 de Julho de 2008

As pessoas que eu admiro - Aristides de Sousa Mendes

Na onda do Grande Português, decidi criar uma rubrica dedicada aqueles que realmente fizeram algo de útil pela sociedade e pelo mundo. Enaltecerem o nome do país, e os valores mais nobres da característica humana.

E para inaugurar esta rubrica, nada melhor do que apresentar esse grande português, mas mais importante, esse grande humanitário Aristides de Sousa Mendes.

  

 

Aristides de Sousa Mendes nasceu em Cabanas do Viriato, Carregal do Sal, distrito de Viseu, em 9 de Julho de 1885. Aristides pertenceu a uma família aristocrática com terras, católica, conservadora e monárquica - (ele também católico e monárquico). Seu pai era membro do supremo tribunal.

 

Aristides instala-se em Lisboa em 1907 após a licenciatura em Direito pela Universidade de Coimbra, tal como o seu irmão gémeo. Ambos enveredaram pela carreira diplomática; Aristides ocupará deste modo diversas delegações consulares portuguesas pelo mundo fora: Zanzibar, Brasil, Estados Unidos da América. Em 1929 é nomeado Cônsul-geral em Antuérpia, cargo que ocupa até 1938.

 

O seu empenho na promoção da imagem de Portugal não passa despercebido. É condecorado por duas vezes por Leopoldo III, rei da Bélgica, tendo-o feito oficial da Ordem de Leopoldo e comendador da Ordem da Coroa, a mais alta condecoração belga. Durante o periodo em que viveu na Bélgica, conviveu com personalidades ilustres, como o escritor Maurice Maeterlinck, Prémio Nobel da Literatura e o ciêntista Albert Einstein, Prémio Nobel da Fisica. Depois de quase dez anos de serviço na Bélgica, Salazar, presidente do Conselho de Ministros e ministro dos negócios estrangeiros, nomeia Sousa Mendes cônsul em Bordéus, França.

 

Em 1940, com 55 anos, ele aproxima-se do fim da sua carreira e é pai de catorze filhos, muitos deles fruto de relações extra-conjugais. Politicamente nunca se fez notar.

Aristides de Sousa Mendes permanece ainda cônsul de Bordéus quando tem início a Segunda Guerra Mundial, e as tropas de Adolf Hitler avançam rapidamente sobre a França. Salazar manteve a neutralidade de Portugal.

 

Pela Circular 14, Salazar ordena aos cônsules portugueses espalhados pelo mundo que recusem conferir vistos às seguintes categorias de pessoas: "estrangeiros de nacionalidade indefinida, contestada ou em litígio; os apátridas; os judeus, quer tenham sido expulsos do seu país de origem ou do país de onde são cidadãos".

 

Entretanto, em 1940, o governo francês refugiou-se temporariamente na cidade, fugindo de Paris antes da chegada das tropas alemãs. Dezenas de milhar de refugiados que fogem do avanço Nazi dirigiram-se a Bordéus. Muitos deles afluem ao consulado português desejando obter um visto de entrada para Portugal ou para os Estados Unidos, onde Sousa Mendes, o cônsul, caso seguisse as instruções do seu governo distribuiria vistos com parcimónia.

Já no final de 1939, Sousa Mendes tinha desobedecido às instruções do seu governo e emitido alguns vistos. Entre as pessoas que ele tinha então decidido ajudar encontra-se o Rabino de Antuérpia Jacob Kruger, que lhe faz compreender que há que salvar os refugiados judeus.

 

A 16 de Junho de 1940, Aristides decide entregar um visto a todos os refugiados que o pedirem: "A partir de agora, darei vistos a toda a gente, já não há nacionalidades, raça ou religião". Com a ajuda dos seus filhos e sobrinhos e do rabino Kruger, ele carimba passaportes, assina vistos, usando todas as folhas de papel disponíveis.

Confrontado com os primeiros avisos de Lisboa, ele terá dito: "Se há que desobedecer, prefiro que seja a uma ordem dos homens do que a uma ordem de Deus".

 

Uma vez que Salazar tomara medidas contra o cônsul, Aristides continuou a sua actividade de 20 a 23 de Junho em Baiona (França), no escritório de um vice-cônsul estupefacto, e mesmo na presença de dois outros funcionários de Salazar. A 22 de Junho de 1940, a França pediu um armistício à Alemanha Nazi. Mesmo a caminho de Hendaye, Aristides continua a emitir vistos para os refugiados que cruzam com ele a caminho da fronteira, uma vez que a 23 de Junho, Salazar demitira-o de suas funções de cônsul.

Apesar de terem sido enviados funcionários para trazer Aristides, este lidera com a sua viatura uma coluna de veículos de refugiados e guia-os em direcção à fronteira, onde do lado espanhol não existe qualquer telefone. Por isso mesmo, os guardas fronteiriços não tinham sido ainda avisados da decisão de Madrid de fechar as fronteiras com a França. Sousa Mendes impressiona os guardas aduaneiros, que acabariam por deixar passar todos os refugiados, que com os seus vistos puderam continuar viagem até Portugal.

 

 

A 8 de Julho de 1940, Aristides encontra-se regressado a Portugal. Será punido pelo governo de Salazar: ele priva Sousa Mendes, pai de uma família numerosa, do seu emprego diplomático por um ano, diminui em metade o seu salário, antes de o enviar para a reforma. Para além disso, Sousa Mendes perde o direito de exercer a profissão de advogado. A sua licença de condução, emitida no estrangeiro, é-lhe retirada.

 

O cônsul demitido e sua família sobrevivem graças à solidariedade da comunidade judaica de Lisboa, que facilitou a alguns dos seus filhos os estudos nos Estados Unidos. Dois dos seus filhos participaram no Desembarque da Normandia.

Ele frequentou, juntamente com os seus familiares a cantina da assistência judaica internacional, onde causou impressão pelas suas ricas vestimentas e sua presença. Certo dia, teve de confirmar: "Nós também, nós somos refugiados".

 

Em 1945, Salazar felicitou-se por Portugal ter ajudado os refugiados, recusando-se no entanto a reintegrar Sousa Mendes no corpo diplomático.

A sua miséria será ainda maior: venda dos bens, morte de sua esposa em 1948, emigração dos seus filhos, com uma excepção.

 

Aristides de Sousa Mendes faleceu muito pobre a 3 de Abril de 1954 no hospital dos franciscanos em Lisboa. Não possuindo um fato próprio, foi enterrado numa túnica de franciscanos.

 

 

 

Aristides é considerado o Oskar Schindler português, o que não deixa de ser uma comparação muito injusta, já que Aristides salvou cerca de 30 mil pessoas do Holocausto, um número bastante superior aos 1.100 de Oskar.

 

Informação retirada daqui

 

Museu Virtual Aristides de Sousa

 


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Segunda-feira, 28 de Julho de 2008

O regresso do filho pródigo

 

 

Foi a contar com o passivismo da população, manifestações mortas à nascença e apoiantes "contratados" com convites, que Sócrates aproveitou a passagem por Alijó, para cimentar a sua posição em relação ao encerramento do SAP, e da política do governo para a saúde.

Com a passadeira vermelha estendida pelo Presidente da Câmara, o PM aproveitou e até partilhou do discurso utilizado pelo Presidente da Câmara.

 

"Sócrates desvaloriza críticas a fim de urgências nocturnas de Alijó

 

O primeiro-ministro desvalorizou, este domingo, as críticas ao encerramento da urgência médica nocturna de Alijó, onde inaugurou o novo Centro de Saúde, realçando que as reformas feitas visaram melhorar os serviços.
 

«Venho aqui dizer ao povo de Alijó que está hoje mais bem servido em termos de saúde do que há uns meses atrás», defendeu José Sócrates, que foi recebido por habitantes da região a protestar contra o encerramento do serviço de urgências durante a noite.

«Alijó quer atendimento médico 24 horas», dizia um cartaz apresentado por uma das pessoas presentes.

 

«Não quero evitar a questão política do encerramento nocturno da urgência que foi decidido porque queríamos que o sistema ficasse melhor e hoje estamos em condições de o provar», salientou o primeiro-ministro, que na cerimónia surgiu acompanhado pela ministra da Saúde, Ana Jorge.

 

José Sócrates reconheceu, no entanto, que houve dificuldades em explicar aos portugueses as alterações no sistema das urgências, mas afirmou que «estas reformas servem para melhorar».

 

O primeiro-ministro admitiu mesmo que teve dificuldade em explicar as alterações no sistema de urgências ao seu próprio pai."

 

Notícia TSF


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Domingo, 27 de Julho de 2008

Jobs for the boys

 

 

Foi preciso esperar que António Guterres chegasse ao poder, para se começar a ouvir a expressão "Job for the boys". Bastava ligar a tv, para ouvir "Mais um job for the boy", até na rua ou nos cafés, essa expressão ganhou bastante popularidade e andou na moda durante bastante tempo.

Mas afinal o que é isso de Jobs for the boys? Então os bois não foram sempre conhecidos pelas suas qualidades de trabalho, a puxar carroças ou arados? Esses sim, sem dúvida, só que nesta expressão os bois são outros.

 

Traduzindo literalmente para português, jobs for the boys seria empregos para os rapazes, ou então como diz o povinho, uma mão lava a outra, factor C ou a vulgar cunha. O esquema é bastante simples, ora eu como estou no poder, vou utilizar a minha posição para dar emprego aos meus rapazes, aos meus amigos por assim dizer, pessoas da mesma cor, partidária e não só. Então e esse tacho para o meu amigo, vem da pureza e bondade do meu coração? Não, claro que não, uma mão lava a outra, hoje estou no poder ajudo-te a ti, amanhã estás tu, ajudas-me a mim, é assim como, uma mão lava a outra.

Este esquema é tão antigo que ao longo dos tempos tem sofrido uns "upgrades" por assim dizer, ora veja-se, em vez de ajudar apenas os rapazes do meu partido, ajudo os da oposição também, porque se eles amanhã fizerem governo, vão me retribuir com a mesma delicadeza.

 

E é assim, que meio mundo vai enrabando enganando outro meio. Mas e então aquelas discussões acesas que vemos na Assembleia da República? Bem, isso, isso é material digno para os Óscares, pura ficção e entretenimento. Um dos ultimos upgrades deste esquema, é a situação quando alguém sai do governo, o que fazer então? Simples, arranja-se um tacho numa empresa qualquer a ganhar balúrdios por mês e ainda por cima a acumular com outras pensões que já tenham. Então e quem paga isto tudo? Simples, os mesmos que andam a ser enrabados enganados.

 

Para quem pensa que isto é mais uma das minhas teorias da conspiração aqui ficam alguns dados interessantes (subtilmente roubados daqui).

 

"Fernando Nogueira:
Antes -Ministro da Presidência, Justiça e Defesa
Agora - Presidente do BCP Angola

José de Oliveira e Costa:
Antes -Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais
Agora -Presidente do Banco Português de Negócios (BPN)

Rui Machete:
Antes - Ministro dos Assuntos Sociais
Agora - Presidente do Conselho Superior do BPN; Presidente do Conselho Executivo
da FLAD

Armando Vara:
Antes - Ministro adjunto do Primeiro Ministro
Agora - Vice-Presidente do BCP

Paulo Teixeira Pinto:
Antes - Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros
Agora - Presidente do BCP (Ex. - Depois de 3 anos de ''trabalho'', Saiu com 10
milhões de indemnização !!! e mais 35.000? x 15 meses por ano até morrer...)

António Vitorino:
Antes -Ministro da Presidência e da Defesa
Agora -Vice-Presidente da PT Internacional; Presidente da Assembleia Geral do
Santander Totta - (e ainda umas ''patacas'' como comentador RTP)

Celeste Cardona:
Antes - Ministra da Justiça
Agora - Vogal do CA da CGD

José Silveira Godinho:
Antes - Secretário de Estado das Finanças
Agora - Administrador do BES

João de Deus Pinheiro:
Antes - Ministro da Educação e Negócios Estrangeiros
Agora - Vogal do CA do Banco Privado Português.

Elias da Costa:
Antes - Secretário de Estado da Construção e Habitação -
Agora - Vogal do CA do BES

Ferreira do Amaral:
Antes - Ministro das Obras Públicas (que entregou todas as pontes a jusante de
Vila Franca de Xira à Lusoponte)
Agora - Presidente da Lusoponte, com quem se tem de renegociar o contrato.

etc etc etc..."

música: Metallica - And justice for all

publicado por brunomiguelqueiros às 00:13
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Sexta-feira, 25 de Julho de 2008

Google disponibiliza livros online

A Google, em mais uma iniciativa inovadora, decidiu disponibilizar livros completos para download de uma forma completamente gratuita.

 

Para isso basta ir a http://books.google.com/ e procurar pelo título do livro, alguns autores mais conhecidos incluem nomes como Dante, Victor Hugo e William Shakespeare.

 

Nem todos os livros são gratuitos, alguns terão que ser comprados, mas mesmo assim não deixa de ser uma boa iniciativa, só é pena descobrir isto agora, momentos depois de ter comprado a minha cópia da Arte da Guerra.


publicado por brunomiguelqueiros às 01:59
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Ficheiros Pdf protegidos?

 

 

Para ver ficheiros pdf utilizo o xpdf (linux pois então, aqui não entra windows), um programa muito leve e simples, mas que para ler pdf's protegidos torna-se um bocado difícil, já que não abre nenhuma janela a pedir uma password.

 

A solução passa então por:

 

xpdf -upw <password>  ficheiro.pdf

Uma dica do Dicas-L

publicado por brunomiguelqueiros às 01:52
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Quinta-feira, 24 de Julho de 2008

E como uma desgraça nunca vem só...

Parece que as desgraças andam aos pares, mas de três! Depois do encerramento do SAP no horário nocturno, todo o circo que foi da situação do INEM com os bombeiros de Favaios, só faltava agora a visita do PM à nossa (sua?) terra.

 

É já neste fim de semana, no Domingo (27-7-08) que os alijoenses poderam acertar contas (ou não) com aquele que mais mal tem feito ao concelho. A razão de tal visita, inaugurações, pois então, estamos a entrar no Natal Politíco com as eleições à porta, estão previstas as inaugurações do novo Centro de Saúde e da Pousada de Juventude.

 

O novo Centro de Saúde, apesar de possuir instalações novas, continua com os problemas de sempre, falta de serviços, pessoal qualificado, nem raio-x há, ou se há, só funciona às vezes, apesar de todo o dinheiro gasto, continua apenas um apontador para o hospital de Vila Real, o que vem demonstrar mais uma vez, a gestão ineficaz que assola a entidade principal de fornecimento de cuidados médicos do concelho.

 

 

Quanto á Pousada da Juventude, adivinha-se um grande sucesso, já que possui de excelentes acessos (a subida da Costinha), piscinas, campos de ténis e golfe e ainda uma beleza paisagem para o Vilarelho, ingredientes q.b. para uma receita de sucesso.

 

Mas a questão que se põe é sem dúvida, como irão reagir os alijoenses e todos os demais habitantes do concelho, perante a presença daquele que mais danos causou ao concelho? Será que vai ser recebido com assobios e apupos, ou será que vai ser recebido como um herói, qual filho pródigo que casa volta, com aplausos, apertos de mão e demais actos de vassalagem?

 

Eu cá por mim, aposto na última hipótese, pena que esta aposta não esteja na betandwin senão ainda ganhava uns trocos. O tempo me dará razão.


publicado por brunomiguelqueiros às 22:19
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Nas notícias mais uma vez...

Alijó mais uma vez nos noticiários, e como sempre pelos piores motivos:

 

"Família baleada em desacato
 

Três feridos ligeiros com uma arma de fogo é o resultado de uma desavença, esta tarde, em Alijó. Segundo fonte da GNR, tudo terá acontecido na sequência de uma discussão, na via pública, entre quatro individuos devido à alegada ocupação ilegal de um armazém. No meio dos desacatos, um dos individuos atingiu um casal e o filho, com uma arma de fogo, mas sem gravidade.

Segundo tenente Lima, da GNR da Régua, depois do incidente, o individuo pôs-se em fuga, tendo sido detido, pouco depois, pelas autoridades. O caso está agora a ser investigado pela Polícia Judicária. Os três feridos estãofora de perigo."

 

24 de Julho de 2008

 

Notícia da RBA


publicado por brunomiguelqueiros às 21:04
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Terça-feira, 22 de Julho de 2008

A Quinta da discórdia

 

Nos últimos dias temos assistido a uma verdadeira "novela" da vida real, com a situação da Quinta da Fonte.

Ainda bem que isto aconteceu, pois deu para ver realmente o estado a que este país chegou, mais parece uma verdadeira republica das bananas!

 

Temos imigrantes, ciganos e o diabo a quatro, vêm para Portugal, levantam 4 tábuas e chamam-lhe de casa, passado algum tempo são destruídas mas logo se revoltam, e vêm fazer um circo para as Tv's que devoram isso como se não houvesse amanhã. Fazem o choradinho, ganham uma casa, com rendas de 3 e 4 euros, como se não chegasse, recebem rendimentos mínimos para passarem o dia nos cafés a mamarem imperiais e a fumar o seu cigarrinho, nas casas não falta o plasma, as tvs, os dvds e a playstation dos miudos, não pagam impostos, não trabalham, têm acesso a educação e a assistência social de borla, comportam-se como gangsters, empunhando armas transformando o nosso país num verdadeiro faroeste, e o que lhes acontece? Nada... apesar de poderem ser facilmente identificados, como nós vimos pelas imagens televisivas, como se não chegasse convocam manifestações ameaçando o Governo, e exigindo novas casas, mas estamos aonde? A que ponto é que este país chegou para tal barbaries acontecerem?

 

Razão tem o Mário Crespo no seu artido de opinião publicado no JN, Limpeza étnica:

 

..."Não é o sistema em Portugal que marginaliza comunidades. O sistema é que se tem vindo a alhear da realidade e da decência e agora é confrontado por elas em plena rua com manifestações de índole intoleravelmente racista e saraivadas de balas de grande calibre disparadas com impunidade."...

 

 

Que outra coisa seria de esperar deste governo socialista, senão estes verdadeiros casos de chulisse? Que fazer para resolver esta situação? Obrigá-los a trabalhar, e a merecer todas essas regalias, seria um primeiro passo, se bem que derradeira solução seria acabar de vez com esses subsídios (existe já uma petição on-line para este efeito), e depois apenas atribuí-los a quem realmente merece, pessoas inválidas, doentes ou incapacitadas de trabalhar, esses sim merecem ajuda, não o mandicante ou chico-esperto.

 

Qual é a mensagem que se passa à geração seguinte, quais os valores que se criam e passam? "Não trabalhes, não vale a pena, estende a mão que alguém te ajudará..."

Enquanto isso, quem realmente trabalha, paga os impostos, vê-se todos os dias confrontado com as contas para pagar, para cumprir as suas obrigações para com a sociedade, que ajudas têm essas pessoas? Que regalias pelo seu esforço e trabalho? Quantos anos terão de trabalhar para poderem ter uma casa, ou será que alguma vez a terão?

 

Ainda assim, temos que agradecer a este governo socialista, que cada vez redefinem conceitos já apreendidos e que pensavamos estarem correctos, como já foi com a saúde ou com a educação, mas agora, até o próprio conceito de socalismo foi alterado, passámos de um sistema sócio-político caracterizado pela apropriação dos meios de produção pela coletividade, para um sistema onde se utiliza o dinheiro dos impostos para comprar votos e dar empregos a muitos boys e girls da assistência social.


publicado por brunomiguelqueiros às 23:58
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Quinta-feira, 3 de Julho de 2008

Não tem de quê


publicado por brunomiguelqueiros às 13:07
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